COVID-19: Casos descartados, desrespeitos com clientes bancários e solidariedade marcaram o dia

#nahora

Por Érisson Araújo


Um comunicado do Hospital de Manacapuru ressaltou que foram descartados após análise clínica nos três pacientes que deram entrada no Hospital de Manacapuru com sintomas da covid-19. A informação disse ter levado em consideração o protocolo emitido pela secretaria de saúde do estado, além disso, os pacientes apresentaram evolução no quadro de saúde, o que permitiu à unidade, descartar as suspeitas de contaminação pelo novo coronavírus.


Desrespeitos com os clientes

As Agências bancárias de Manacapuru e lotéricas descumpriram a determinação para evitar aglomeração e durante toda a manhã desta quinta-feira ficaram lotadas, na Caixa Econômica, os clientes foram colocados no lado de fora da agência, debaixo de chuva, e um a um era colocado para dentro para ter acesso aos caixas eletrônicos.


Solidariedade

Em meios às denúncias de superfaturamento na venda de álcool e máscaras, a Drogaria Amazonas deu um exemplo de solidariedade e doou 50 ml de álcool e uma máscara para os moradores de baixa renda da cidade, ação que levou muitas pessoas para as portas da drogaria em busca dos produtos para se prevenirem da Covid-19. Juci Rodrigues, agradeceu a iniciativa.


“Nós ficamos muito gratos, porque em meio a tudo isso que estamos passando essa atitude ajuda muito porque tem gente que não tem dinheiro para pegar sequer um mototáxi, imagina para comprar álcool, então, é muito importante o que a Drogaria Amazonas tá fazendo”. Destacou a autônoma.

Igreja Católica parada

Nesta quinta-feira, dia 19 de março, os católicos comemoraram o dia de São José de uma forma diferente: em casa, as tradicionais missa e procissão foram canceladas, assim como todas as atividades da Igreja Católica em Manacapuru


“Essa foi uma medida em comum acordo entre as Paróquias Nossa Senhora de Nazaré e Cristo Libertador, atendendo a recomendação das autoridades de saúde e ainda para preservar a saúde de nossos fiéis, então, estaremos as reuniões e missas por 15 dias, e vamos ficar no aguardo e rezando para que voltemos a normalidade para não precisarmos estender esse prazo”. Disse o Padre Paulo Araújo
Igrejas Evangélicas sem consenso.

Já nas igrejas evangélicas, não entraram em um concesso, algumas congregações resolveram parar, outras não estão aceitando a recomendação de suspender as atividades.

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