Polícia Civil de Manacapuru cumpriu nos últimos 11 meses mais de 70 mandados de prisão preventiva.

O resultado é fruto de intenso trabalho de investigação e empenho da equipe policial da delegacia, explica o Rodrigo Torres, delegado de Manacapuru.


#nahora

Por Érisson Araújo - Redação Manacapuru


Um ano de destaque para a Equipe de Investigadores da Delegacia Interativa de Manacapuru que cumpriu em 2019 mais de 70 mandados de prisão preventivas de pessoas envolvidas com o tráfico de drogas, roubo majorado, furtos e homicídios. O maior volume de prisões portanto, são de pessoas ligadas a comercialização de produto entorpecente, que representa mais de 70% das prisões registradas na Delegacia de Manacapuru.

Delegado Rodrigo Torres juntamente com a equipe da Delegacia Interativa de Manacapuru
"Nós procuramos elucidar os fatos e apontar a autoria, de forma que, com os elementos necessários demonstrados nos autos, co seguimos representar pela decretação da prisão. E após a decretação da prisão, as diligências continuam, no sentido de localizar e efetivamente colocar atrás das grades os meliantes, tentando trazer a sensação de segurança para a população Manacapuruense". Disse Rodrigo Torres, delegado

Tráfico de Drogas

O caso mais recente que chamou a atenção foi a Operação Solimões Sem Fronteiras que levou à prisão de 22 pessoas supostamente por estarem envolvidas no transporte, recepção, armazenamento, mistura e distribuição de droga em Manacapuru. Dessa vez, segundo a Polícia Civil, três organizações criminosas foram desarticuladas, e houveram prisões em Manacapuru, Anorí e em Manaus, todos a partir de mandados de prisão que foram solicitados pela Delegacia de Manacapuru e acatados pela Justiça.


Latrocínios

Raun e Patrick presos pelo latrocínio do predreiro Ary

A morte do pedreiro Ary Ferreira da Silva (31), que foi vítima de um latrocínio foi um dos casos mais intrigantes que foi solucionado pela Polícia Civil de Manacapuru, o crime que aconteceu por volta da uma hora da madrugada do dia 9 de junho, na ocasião, o local escuro, sem aparentes testemunhas, mas à partir do trabalho de investigação a polícia conseguiu identificar os suspeitos o primeiro a ser preso foi Patrick Araújo Rodrigues (22), que confessou estar dirigindo a moto na hora do crime e entregou seu comparsa Rauan da Silva Rodrigues (19), que foi quem desferiu a facada contra o pedreiro para roubar o celular.


Outro caso que chamou a atenção foi a prisão do professor de capoeira Raynisson Nascimento de Lima (30), suspeito de ser autor do latrocínio que vitimou o mototaxista Francisco Magalhães da Silva, que era conhecido em Manacapuru como Chiquinho e na que na época do crime tinha 30 anos, o latrocínio aconteceu no dia 29 de setembro de 2017 na Estrada da Estramar, Bairro Novo Manacá, nas proximidades da usina de eletricidade. Chiquinho foi assassinado e teve a moto roubada.

Dona Francisca, mãe de Chiquinho agradecendo pela prisão do homem que matou seu filho

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Roubo majorado

O trabalho de investigação da Delegacia de Manacapuru resultou na prisão de todos os envolvidos em um assalto à uma serraria da cidade, os assaltantes invadiram o estabelecimento fizeram o proprietário e a família de refém e levaram cerca de 3 mil reais em dinheiro e objetos da casa, todos os envolvidos tiveram os mandados de prisão cumpridos.


Trabalho parecido também aconteceu no caso do assalto à uma panificadora da cidade onde todos os envolvidos no crime também foram presos e apresentados à justiça.


Importante ressaltar que fazer Segurança Pública no interior do Estado, não é uma das mais simples missões, a falta de ferramentas apropriadas e o pouco material humano são uns dos desafios encontrados, por isso, se torna tão relevante o destaque para esse número de mandados de prisão que foram cumpridos na cidade.

“Vale ressaltar que, o fato de não conseguir prender os autores logo após a decretação da prisão, nós sempre estamos buscando localizar e prender os meliantes, fatos que já foram demonstrados em algumas prisões no decorrer do ano, isso se deve ao empenho da nossa equipe de policiais e também a população que tem contribuído bastante, repassando informações para a polícia, sempre ajudando nessas prisões”. Finalizou Torres
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