Jornais estampam caso de maqueiro do IML que foi exonerado após manter relações sexuais com cadáver

Caso aconteceu em Manaus e ganhou repercussão nacional.


#nahora


O caso de maqueiro que foi flagrado por perito do IML mantendo relações sexuais com um cadáver de uma mulher que aguardava para passar por exame de necropsia foi destaque nos jornais impressos de Manaus e na mídia televisiva e portais a nível nacional.


Na capital do Amazonas, o impresso Manaus Hoje destacou na Capa o caso com direito a foto ilustrativa, assim como outros jornais que deram destaque ao caso.


Leia matéria publicada pelo Portal Acritica sobre o caso.


Wanderley dos Santos Silva, 52, foi exonerado da função de maqueiro do Instituto Médico Legal (IML), após ter sido flagrado mantendo relações sexuais com o cadáver de uma moça que estava aguardando para passar por exame de necropsia.


O maqueiro foi flagrado por um perito criminal que estava de plantão no dia do ocorrido, na noite que o time do Flamengo foi campeão da Copa Libertadores da América. O perito teria ido à sala de necropsia coletar dados sobre um cadáver e acabou encontrando o maqueiro sobre o cadáver.


Ao notar a presença do perito, o maqueiro teria pulado e saído desconfiado. O caso foi comunicado a direção do Departamento de Polícia Técnico e Científica (DPTC) e o diretor Lin Hung foi ao local e exonerou o maqueiro. Na mesma noite, o diretor também exonerou outro funcionário que estava no local embriagado.


Segundo servidores do instituto que preferiram não se identificar, no dia do ato, os dois saíram para comemorar o resultado do jogo e voltaram bêbados.

De acordo com informações de delegados, ter relações sexuais com cadáver configura crime de vilipêndio de cadáver, com pena de um a três anos de prisão.


Um inquérito policial sobre o caso do maqueiro foi instaurado para verificar há quanto tempo a ação criminosa vem ocorrendo, já que o suspeito trabalhava no IML desde 2015.

O diretor do DPTC foi procurado, mas não foi possível emcontrá-lo para falar sobre o caso.

Em nota, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM) informou que pediu a abertura de inquérito para apurar o caso.

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