Fiscalização fecha oito bares em Manacapuru por descumprimento dos decretos

Bares e conveniências foram fechados pelas forças de segurança por estarem funcionando fora do horário previsto nos decretos, além de estarem promovendo a aglomeração de pessoas.


#nahora


Na noite desta sexta-feira (24), o Comitê de Crise, que atua em combate ao avanço da covid-19 em Manacapuru, fechou 8 bares e conveniências que estavam em atividade foram do horário permitido em decreto.



Os estabelecimentos, além de descumprirem o horário, não estavam em conformidades com as medidas de segurança sanitária, que determina que seja preenchida apenas 50% da capacidade do espaço, além da disponibilização de álcool em gel e o uso de máscaras em áreas internas.



Em relação ao horário de funcionamento, a determinação diz que os estabelecimentos como bares e afins, devem funcionar até as 23 horas, e a circulação de pessoas deve ocorrer até a meia noite, já que das 00h às 06h da manhã, é decretado toque de recolher.




DESRESPEITO

Após o fechamento dos bares, várias pessoas se reuniram em frente ao Posto de Combustíveis 2000, e continuaram aglomerados ingerindo bebidas alcoólicas, foi preciso a Policia Militar agir de forma mais enérgica para que as pessoas pudessem cumprir as determinações do toque de recolher.





INTENSIFICAÇÃO DAS FISCALIZAÇÕES

Neste sábado e domingo, as fiscalizações serão intensificadas na cidade, visando o cumprimento das determinações, inclusive, com a autuação, multa e cassação de alvará dos estabelecimentos rescindentes, e a detenção de pessoas que furem o toque de recolher.


No domingo, as ações serão intensificadas nos balneários de Manacapuru, sejam eles públicos ou privados, visando que as determinações sejam cumpridas.



TERCEIRA ONDA

As ações de fiscalizações foram motivadas por conta da desobediência dos estabelecimentos e pessoas que mesmo com as atividades flexibilizadas, estão extrapolando em relação ao desrespeitos as determinações. Outra situação levada em consideração, foi o aumento de casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus na segunda quinzena do mês de abril, além da eminência e anunciada possível terceira onda, apontada por especialistas de saúde como certa de ocorrer no Estado, a exemplo que foi ocorreu em países da Europa.







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