Covid-19: Hospital Delphina Aziz atinge a marca de 829 altas médicas

O hospital recebe pacientes de média e alta complexidade que são transferidos de outras unidades, da capital e do interior. As transferências são reguladas pelo Sistema de Transferência de Emergência Regulada (Sister) da Secretaria de Estado de Saúde (Susam).


#nahora


Em dois meses, o Hospital e Pronto-Socorro Delphina Aziz atingiu a marca de 829 altas de pacientes com Covid-19. Localizada na zona norte de Manaus, a unidade passou a ser referência para o tratamento da doença no Amazonas no final de março, voltando-se para o atendimento exclusivo de casos graves de infecção pelo novo coronavírus.


A marca de 829 altas corresponde ao número registrado até quinta-feira (25/06). Desde o dia 11 de junho, como forma de festejar a vitória dos pacientes frente à doença, o a direção do hospital passou a informar na fonia interna cada alta registrada. O novo fluxo de informação foi denominado de “Código Ouro”.

Dependendo do estado de saúde, uma pessoa fica internada na unidade de oito a 30 dias. Pacientes que são internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), por exemplo, podem ficar até 20 dias em leito de UTI e mais 15 em leito clínico.

A secretária de Estado de Saúde, Simone Papaiz, falou sobre os números expressivos de pacientes recuperados que deixaram a unidade desde o fim da pandemia. “Essa é uma marca que nos deixa muito feliz de ser atingida. Empregamos todos os esforços para atender com qualidade e eficiência e esses números provam que estamos atingindo bons resultados”.

Capacidade ampliada – Desde o início da pandemia, o Governo do Estado, com apoio do Governo Federal, fez investimentos para ampliar a capacidade de atendimento no hospital. O número de leitos teve aumento de 166,7%. Antes, o hospital contava com 132 leitos, dos quais 50 eram de UTI. Atualmente são 350 leitos, entre clínicos e de terapia intensiva.


Além do hospital Delphina Aziz, o hospital de Combate ao Covid-19, na zona centro-sul da capital, do Governo do Amazonas, também é referência no atendimento de pacientes graves infectados pelo coronavírus, com 142 leitos clínicos e de UTI.

FOTOS: Aleandra Cruz, Rell Santos, Michell Mello e Arquivo/Secom

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